BRIOCHE: AUMENTANDO O MIX NA PADARIA

“Se não tem pão, que comam brioches!” A provável citação da rainha Maria Antonieta (alguns dizem que teria sido dita pela princesa Maria Teresa da Espanha) ao ser informada que os camponeses não tinham pão para comer é uma das mais históricas relacionadas ao pãozinho. Isso porque sua criação é bastante antiga.  Acredita-se que o brioche teria sido criado no século XVII e era conhecido como “doce dos apóstolos” ou “doce dos profetas” pela semelhança com os adornos usados por eles na cabeça.

“A massa é extremamente rica por causa da adição de manteiga, leite e gemas”, avalia Flavio Vicente Schimidt, Padeiro Promotor Líder da Pitlak.  Tradicionalmente o Brioche entra na preparação de sanduiches e o consumidor acaba encontrando a versão recheada com geleias, gotas de chocolates ou uva passas.

Já a massa comercializada pela Pitlak é versátil e pode ser aproveitada pelo supermercadista para aumentar o mix de produtos na padaria. “É uma massa que já vem no formato redondo, de pão bolinha, que pode ser assado no formato original ou ser transformado assim que descongelar em cucas alemãs, lua de mel, roscas, tranças, pizzas, calzones, sfirras abertas, pão de frios, chineques, focaccias, pães doces, mini sonhos e sonho”, comenta Flãvio.  “A massa de brioche da Pitlak, é versátil e pode ser aproveitada com várias receitas, vale da criatividade da padaria”, conclui.

Vale salientar, que o formato tradicional do Brioche, duas bolinhas, sendo a menor colocada sobre a maior, os especialistas em gastronomia orientam que obrigatoriamente deve ser degustado apenas com uma xícara de café ou chá.

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