A HISTÓRIA DA BAGUETE

A baguete é um dos símbolos típicos da França e, especialmente, de Paris. Ao lado do vinho, do queijo e da boina, ela ficou popularmente conhecida no mundo inteiro, apesar da panificação francesa contar também com uma imensa variedade de outros pães.

 

Baguete x Guerra: o que eles tem em comum

A famosa foto de Willy Ronis do menino parisiense que corre levando debaixo do braço uma baguete maior do que ele tornou-se pôster e percorreu o mundo, como uma marca da Paris no pós-guerra. Conta a história que ela teve sua origem nos tempos de Napoleão. Já que antes do imperador, os pães eram redondos para manter a conservação. Esta forma havia sido inventada pelos padeiros de Napoleão a fim de que pudessem ser facilmente transportados pelos soldados num bolso da calça.

Porém, a baguete que conhecemos hoje, ganharia a aparência atual durante os anos 1920, porque o formato alongado exigia menos de tempo de preparação e cozimento que os pães tradicionais. Conta-se também que a baguete teria surgido em decorrência de uma lei que proibia os padeiros de trabalharem antes das 4h da manhã, o que não deixava tempo para preparar os pães redondos tradicionais.

Contudo, somente em 1993, a iguaria foi reconhecida pelo famoso ‘decreto-pão’ do primeiro-ministro Édouard Balladur, que tinha por objetivo dar um novo estímulo às padarias artesanais submetida então à concorrência desleal das grandes fábricas de pão.

 

Fonte: Pitlak





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